segunda-feira, 29 de junho de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
Versão 2.3
23 de maio. 143º dia do ano no calendário gregoriano (144º em anos bissextos). Há exatos e redundantes 23 anos atrás nascia esse ser que vos fala, no mesmo dia em que Rubens Barrichello comemorava seus 14 anos de idade e prometia aos pais que finalmente iria bater seus coleguinhas no kart e ganhar o torneio ao fim do ano. Muito obrigado mamãe... Pelo menos agora o mundo da música terá 3 dias seguidos de festa todos os anos, já que ontem foi niver do Mozz e amanhã tem festinha na casa do tio Bob.
Engraçado esse lance de aniversário, né? Parece que o tempo só nos alcança uma vez no ano e, impiedoso, despeja todo seu peso sobre nós, embora seja o próprio tempo mera convenção. Digo a vocês uma coisa: me sinto exatamente como ontem! Um pouco mais barbudo. E só.
-Parabéns! Desde que você nasceu a Terra completou 23 voltas ao redor do sol, de 365 dias e 6 horas cada! Felicidades!
Mas ainda assim, aceito seus sinceros (espero) parabéns! A quem não sabe o que desejar, saúde nunca é demais, vide os jornais e os constantes surtos viróticos, gripes animais (no vários sentidos da palavra) e dengues hemorróidicas que assolam o mundo, dinheiro pra cerveja é sempre bom, inclusive você pode doar o seu a mim, ao invés de só desejar que eu ganhe na Mega Sena ou que case com uma coroa rica em estado terminal, e mulé (leia “um amor”, se você for do sexo feminino) é sempre bom.
Já que nosso planeta vai sempre girar em torno do sol, pelo menos durante o insignificante tempo de nossa existência, que usemos essas voltas de pretexto pra celebrarmos a vida, fazermos amigos e sermos felizes!
Bju nas polpas!
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Chaos A.D.
Pra ler ouvindo:
Sepultura - Refuse/Resist
Caos total em Roça City. Não bastasse a enorme buraqueira, que me faz, às vezes, pensar que vivo em um enorme queijo suíço, a bandidagem local resolveu dar o ar de sua graça nos últimos dias, com os já rotineiros churrasquinhos de coletivo e o “hypado” arrastão do calçadão (dá até nome de música do Bezerra da Silva, rs) da tarde de ontem. A notícia desse último, aliás, espalhou-se pelos ouvidos macaenses de forma interneticamente rápida, caindo sobre a cidade como detergente em formigueiro. Sirenes, buzinas e velhas histéricas podiam ser ouvidas por todos os lados. Boatos mirabolantes, comprovando a enorme criatividade de nosso povo, também.
Mas como dizem por aí que quem canta seus males espanta, e aproveitando a proximidade do carnaval, segue uma canção para todos entoarmos juntos enquanto Capitão Nascimento e sua trupe tentam colocar ordem no chiqueiro:
“O meu busão amanheceu pegando fogo! Fogo! Fogo!”
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
O amigo cuzão
Amigos. Todos temos esse carma em nossas vidas (exceto, talvez, os sociopatas, os bêbados - fato - e os alienados que não tem orkut, rs). Há os mais próximos, os mais afastados, os mais falantes, os mais quietos, os mais chatos, os amigões... Mas há também uma categoria que talvez nem devesse ser classificada como "amigo", visto que não passa de um grande mal que ronda nossas vidas e nos faz lembrar por que o mundo nunca será um lugar perfeito pra se viver: o cuzão.O amigo cuzão provavelmente não foi sempre enquadrado nessa categoria, pelo menos não até o conhecermos mais a fundo (pederastias à parte). Mas, aos poucos, ele foi nos mostrando sua verdadeira face e nos fazendo perceber que não é nada além de um grande babaca. O amigo cuzão está sempre se vangloriando de seus feitos, muitas vezes frutos de sua fértil imaginação, e fazendo de tudo para minimizar os nossos. Se for inteligente, vai sempre falar sobre um assunto que ignoramos (como a metástase das células neoplásicas =P). Se for bombadinho, vai sempre andar sem camisa, ainda que no dia mais frio do pior inverno da história da humanidade. As “dezenas de mulheres” que ele pega são melhores que “aquela baranga” que você insiste em namorar. As “bandas fodas” e barulhentas que ele escuta e insiste em te fazer ouvir são infinitamente melhores que “aquelas merdinhas tristes” que você ouve e que ele faz questão de ignorar e ridicularizar. Em resumo: ele é o fodão e você é só um garotinho juvenil criado a leite com pêra (ainda tem acento essa budega?).
E se algum de seus amigos se enquadrar exatamente nesse perfil, o que fazer? Use de seu próprio veneno. Todos temos pontos fracos. Pesquise mais sobre a vida dessa infeliz criatura, descubra algo de podre escondido no fundo de algum armário empoeirado e solte sem querer na frente dos amigos baba-ovo, que geralmente os cuzões costumam ter ao seu redor. Uma ninfomaníaca gostosa de quem ele vive fugindo, CDs do Backstreet Boys, uma ex-namorada vesga, um outro cuzão pra quem ele próprio baba-ovo. Ridicularize-o. Ele provavelmente arrumará uma maneira de reverter a situação a seu favor, pegando ainda mais pesado em seus discursos ufanos. Foda-se. Saber que conseguimos atingí-lo dará uma ótima sensação de missão cumprida.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
O andróide paranóico e seu sapato furado
Que nunca vi drama em viver
Só tendo suor em minha mãos
Num repente vejo aparecer
Desorientando o meu ser
Um certo vazio sem vazão
Não vem me dizer que é pr'eu ter fé
Só quero encontrar um ombro qualquer
E poder repousar da solidão
E então, onde está você?
O sapato furado pra esse pé
Cansado de tanto caminhar em vão

